Como iniciar com um Aquário Marinho ?

O aquário marinho é com certeza um pedacinho do oceano ao alcance de nossas mãos.

Conheça as principais doenças dos peixes.

As principais doenças dos peixes

Lindo? Perigoso? Colorido? Venenoso? Exótico? Destruidor?

O peixe leão pertence à família Scorpaenidae e como tal, é um peixe venenoso.

Reprodução e Alimentação.

O Lebiste Guppy é um peixe muito fácil e legal de se ter para começar um aquário..

INFO AQUÁTICOS

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Peixe Mandarim



peixe-mandarim (Synchiropus splendidus) é um peixe perciforme de água salgada adaptado ao clima tropical que mede de 6 a 10 centímetros de comprimento. Vive escondido em fendas nos recifes de coral e alimenta-se de pequenos animais marinhos que passam próximos ao seu esconderijo. Também é encontrado, com menos frequência, em águas rasas protegidas, como lagoas costeiras e pequenas baías. Por precisar de muitos nutrientes diferentes, às vezes o peixe-mandarim também come pequenas quantidades de algas e outros flocos que possam lhe servir de alimento.
O peixe-mandarim é um peixe exuberante e tímido e por isso é muito usado em aquários como animal de estimação. Possui cores fortes, brilhantes e desenhos organizados agressivamente em sua pele. Essa característica é, de fato, um mecanismo de defesa contra predadores, indicando que a carne do peixe-mandarim tem gosto ruim, já que seu corpo produz um muco viscoso de gosto e cheiro horríveis.
A pele do peixe-mandarim não possui escamas, por esse motivo ela é necessariamente muito grossa, a fim de proteger o peixe das pontas agudas presentes nos recifes de coral. Os olhos por sua vez são projetados para fora como grandes saliências, permitindo que o peixe-mandarim enxergue a sua volta. Os olhos também não possuem pálpebras, nem canais lacrimais, sendo a água do mar responsável pela limpeza dos mesmos.
A visão do peixe-mandarim é bem desenvolvida, acima da média dos outros peixes, sendo que seus olhos são capazes de identificar até as cores do ambiente. Ao menor sinal de perigo, o peixe-mandarim eriça os longos espinhos das costas fazendo-o parecer maior do que realmente é.
O nome do peixe-mandarim vem das cores e desenhos do seu corpo que parecem muito com as roupas de seda usadas pelos mandarins na antiga China. Esta espécie de peixe é mais comumente encontrada no Oceano Pacífico, mas também pode ser encontrado no Oceano Índico e no Caribe.
Quando criado em aquário ou em cativeiro, o peixe-mandarim deve conviver somente com indivíduos da mesma espécie pois pode ser agressivo com indivíduos de espécies diferentes. Além disso a reprodução em cativeiro é muito difícil de ser alcançada e a alimentação a partir de produtos industrializados não é aceita pelo peixe se o ambiente do aquário não estiver nas condições ideais.
O que difere os machos das fêmeas de peixe-mandarim é que os machos são tipicamente maiores e apresentam extensões nas nadadeiras dorsal e anal. Também é mais comum os machos possuírem cores mais bem distribuídas e brilhantes que as fêmeas, embora isso nem sempre aconteça.
A temperatura ideal da água de um aquário para um peixe-mandarim é de 25 °C com pH em torno de 8,2.

Reprodução
Quando o macho de peixe-mandarim quer se acasalar, algo que geralmente acontece ao entardecer, ele levanta sua nadadeira dorsal e nada em volta de sua companheira, aproxima-se dela e agarra sua nadadeira peitoral com a boca. Os dois ficam nadando ligados até alcançarem a superfície, onde soltam-se e expelem o esperma e os óvulosque se unem para formar os ovos.
Os pais cuidam dos ovos, que ficam boiando na superfície, protegendo-os de possíveis predadores e de outros perigos do meio. Depois que nascem, os filhotes de peixe-mandarim se alimentam de zooplâncton e fitoplâncton até alcançarem tamanho suficiente para comer animais maiores.

Neon Cardinal - Paracheirodon axelrodi



Nome Popular: Tetra (Neon) Cardinal

Nome Científico: Paracheirodon axelrodi

Origem:Bacia amazônica

Dimorfismo Sexual: O macho tem uma espécie de pequeno gancho no primeiro raio da nadadeira anal.

Comportamento / Sociabilidade: O neon é um peixe altamente sociavel. Por essa razão deve ser mantido em grupos de no mínimo 6, sendo o ideal 15 ou mais.

Temperatura: 25 a 30 ºC.

Água: pH 4.0 a 6.4. dH 5 - 12.

Alimentação: Omnivoro. Aceita rações em flocos e grânulos. Necessita de ração à base de vegetais uma vez por semana. Alimentos vivos são bem aceitos.

Reprodução: Difícil de ocorrer. Se simulada as estações seca e chuvosa no aquário tem mais chance de ocorrer. A fêmea libera os ovos e o macho os fertiliza. Cerca de 20h depois os filhotes nascem. Deve iniciar-se a alimentação após 4 dias com ração própria e com alimentos vivos.

Fonte: Aqualover

Camarão Blue Tiger



Nome Científico: Caridina cantonensis sp. "Blue"

Nome comum: Camarão Blue Tiger

Origem: Mutação do "Bee Shrimp" que é nativo sudoeste da China

Dimorfismo Sexual: O macho é menor que a fêmea e possui um abdômen côncavo enquanto a fêmea é maior e possui no abdomem uma espécie de "saia" formada pela carapaça onde ela irá armazenar os ovos.

Comportamento / Sociabilidade: Muito pacíficos e tímidos, gostam de se manter em grupos e tem hábitos noturnos, porém também podem ficar ativos durante o dia, verificando o fundo do aquário e as plantas com as suas pequenas pinças.

Temperatura: 20º a 28ºC.

Água: pH 6.5 a 7.0. dH 4 a 6.

Alimentação: Detrívoros. Em aquário, aceita bem comida granulada, spirulina e folhas de espinafre.

Reprodução: Quando bem adaptados ao aquário, reproduzem-se com certa facilidade, após a ecdíse (troca de casca) a fêmea libera ferômonios na água que mandam a mensagem ao macho que ela esta pronta, o macho então encosta o abdomem dele no dela e fecunda os ovos que estavam armazenados nas costas da fêmea, depois fecundados os ovos ficam presos ao abdomem da fêmea que os carrega durante 4 semanas, quandos os filhotes se soltam da dos ovos e nadam livremente pelo aquário. Neste momento não é tão necessário preocupar-se com a alimentação, já que eles irão se alimentar de micro algas e micro organismos que vivem nas plantas e nos musgos e mais tarde irão se alimentar da mesma ração que os adultos. Os recém nascidos são réplicas em miniatura dos pais e autos uficientes. Vale ressaltar que é importante haver uma boa quantidade de plantas principalmente musgo (Java, Xmas etc) pois os filhotes utilizam para se esconder e também para se alimentar. Os filhotes tornam-se sexualmente ativos aproximadamente aos 5 meses (pode variar devido a temperatura, alimentação etc).

Fonte: Aqualover

Metriaclima zebra



Nome Científico: Metriaclima zebra

Origem: Lago Malawi - Mbunas

Dimorfismo Sexual: Esta espécie é conhecida como o ciclídeo zebra ou como BB Zebra (das barras verticais azuis e pretas - Blue and Black - que apresentam). Ou seja, e à excepção dos indivíduos O e OB, esta espécie apresenta riscas verticais azuis e pretas, variando de intensidade, número e de tom. Esta característica apenas se aplica a algumas populações, sendo que estão descritas algumas populações de "zebras sem barras". Em todos os casos, as fêmeas apresentam a mesma coloração dos machos, apenas com uma intensidade menor. 

Comportamento / Sociabilidade: No lago, esta espécie habita a zona rochosa livre de sedimentos, ou seja, uma zona de água muito limpa e extremamente concorrida. Cada buraco entre as rochas é muito disputado, no entanto existe alimento em abundância. Estas características talvez expliquem aquilo que tenho podido observar em cativeiro, ou seja, machos que disputam ou tentam disputar um espaço entre as rochas, local onde acasalam, mas que não lutam de forma veemente para o obter.
No lago é comum observar as fêmeas (e machos sem território) desta espécie na coluna da água a alimentarem-se de plankton, sendo que é fácil perceber este facto observando as fêmeas desta espécie em cativeiro. Por norma, ocupam a parte intermédia e principalmente superior do aquário, pelo que é aconselhado ter pelo menos 20 cm de coluna de água entre as rochas e o topo do aquário.

Temperatura: 23º a 28º C.

Água: pH 7.8 a 8.6. dH 4 a 8.

Alimentação: Esta espécie está preparada para comer os chamados "aufwuchs soltos" das rochas. No entanto, quando há plankton em quantidades suficientes, preferem-se alimentar dele. Alimentam-se de forma perpendicular ao substrato, como é muito fácil de observar em aquário.

Reprodução: Incubador bocal maternal como todos os mbunas. O acasalamento realiza-se no local defendido pelo macho, na zona rochosa, para onde o macho chama a fêmea num ritual de movimentos giratórios sobre os ovos depositados. A fêmea deposita os ovos um a um no solo, sendo que o macho fertiliza-os e a fêmea coloca-os na boca dando início à incubação.
No final do período de incubação os alevins são libertados, completamente formados e auto-suficientes para procurarem a sua própria alimentação. O tempo de incubação pode variar segundo vários factores como o tamanho dos peixes e a temperatura da água, mas em média são 21 dias.

Fonte: Aqualover

Peixe Paraíso - Macropodus opercularis







Peixe Paraíso - Macropodus opercularis


Nome Popular: Peixe Paraíso

Nome Científico: Macropodus opercularis

Origem: Leste da Ásia

Dimorfismo Sexual: Macho: Tem cores no corpo e nadadeiras. Sua nadadeira caudal costuma ser do mesmo tamanho do corpo. Pode chegar a medir 3 centímetros. Fêmea: Tem cores somente no pendúculo caudal e nadadeiras. Pode chegar a medir 5,6 cm

Temperatura: De 21 a 24°C, apesar de sobreviver entre os 16º e os 27ºC. 

Água: pH 6.0 a 8.0. dH 5 – 30.

Alimentação: Algo de um onívoro oportunista em estado selvagem, embora parece mostrar uma preferência por animal sobre a matéria vegetal. Análises de intestino de espécimes selvagens têm mostrado que consumir uma variedade de invertebrados planctônicos, peixes menores e outros zoobentos. Todos os peixes à venda no comércio terá quase certamente foi cultivada comercialmente e, portanto, foram alimentados em comidas secas desde tenra idade, significando que eles são em grande parte unfussy comedores. Você pode usar um produto de qualidade secada como a dieta básica, mas oferecer pequenos alimentos vivos e congelados, tais como bloodworm, Daphnia e Artemia regularmente para ver os peixes a desenvolver a melhor cor e condição.

Fonte: Aqualover

Colisa Lalia- Trichogaster lalius




Nome Popular: Colisa-Anã, Colisa Lalia

Nome Científico: Trichogaster lalius

Origem: Bengal e Assam, Índia

Dimorfismo Sexual: A fêmea, além de ser menor que o macho,é menos colorida e com um ventre uma pouco mais roliço, o macho é bem colorido, maior e mais agressivo.

Temperatura: De 24 a 28º C. 

Água: pH 6.8 a 7.5. dH 5 a 19.

Alimentação: Utilize rações flocadas, assim reaviva a cor delas, e como elas são onívoras como todos os anabantídeos, é sempre bom variar, entre artêmias,rações ou bloodworms entre outros.

Reprodução: As Colisas Lalia devem ser mantidas em casal e para evitar pequenas brigas entre machos, só deve colocar mais que um casal em aquários grandes. A sua reprodução não é difícil, requer um pouco de paciência e nem sempre se consegue à primeira. No entanto pode-se seguir as seguintes instruções: tanto o macho como a fêmea devem de ter perto de um ano, deve-se usar um pequeno aquário (~50cm de comprimento), com 15 a 20 cm de altura de água, DENSAMENTE plantado, com água envelhecida e um sistema de filtragem que não mexa muito com a água e principalmente não absorva o ninho construído. As condições da água devem de ser iguais ao do aquário original, no entanto deve-se aumentar a temperatura para cerca dos 29º ou 30º. Após a introdução do casal no aquário, alimentar com comida viva ou tubifex. O macho iniciará a construção do ninho de bolhas na superficie da agua, por esta razão deve-se ter em atenção o sistema de filtragem! Não vá este aspirar o ninho nem movê-lo com as correntes geradas. Após a verificação e aprovação do ninho por parte da fêmea, o macho obriga-a a libertar os pequenos ovos, enroscando-se totalmente na fêmea. Após a fecundação convém retirar a fêmea do aquário, pois o macho tornar-se-á bastante agressivo em defesa do ninho. Dentro de dois ou três dias as pequenos Colisas nascerão. Retirar o macho nessa altura. Os pequenos alevins poderão ser alimentados com alimentos próprios para alevins.

Fonte: Aqualover

Labidochromis caeruteus



Nome Científico: Labidochromis caeruteus

Origem: Lago Malawi - Mbunas

Dimorfismo Sexual: Os machos tendem a ser mais corpulentos com as cores mais vivas, sendo as riscas pretas mais intensas. Os "egg spots" também podem ajudar na diferenciação. As fêmeas são mais pequenas e com cores mais esbatidas. Por vezes é difícil distinguir machos dominados das fêmeas.

Comportamento / Sociabilidade: É dos mbunas mais pacíficos tendo uma boa relação com todos os outros tipos de mbunas. No entanto a sua passividade pode trazer complicações com espécies ferozes, pelo que deverá haver uma escolha cuidada de espécies com agressividade semelhante.

Temperatura: 23º a 28º C.

Água: pH 7.8 a 8.6. dH 4 a 8.

Alimentação: É uma espécie omnívora e, por isso, é recomendável uma alimentação variada. Ainda assim a dieta deverá ser rica em vegetais, pelo que toleram perfeitamente flocos e granulado próprios para Mbunas. A comida congelada também é adequada desde que ponderada em proteína.

Reprodução: Incubador bocal maternal. O acasalamento realiza-se num local para onde o macho atrai a fêmea num ritual de movimentos giratórios sobre os ovos depositados. No ritual, a fêmea deposita ovo a ovo no solo, o macho fertiliza-o e a fêmea coloca-o na boca dando início à incubação. Ao fim de 10 dias os ovos eclodem mas a fêmea irá protegê-los na sua boca durante mais 15 dias. No final do período de incubação os alevins são libertados, completamente formados e auto-suficientes para procurarem a sua própria alimentação. O número de ovos por cada incubação depende do tamanho da fêmea sendo normalmente entre 15 e 30.

Fontes :  AquaLover

Bótia Palhaço ( Chromobotia macracanthus )



O Bótia é um peixe obrigatório em qualquer aquário. Para além do seu bonito padrão, tem uma função de limpeza do fundo e principalmente limpeza de caracóis indesejáveis. Suporta qualquer tipo de água, mesmo mal oxigenada. Alimenta-se de quase tudo, mas prefere alimentos vegetais. É mesmo aconselhável dar de vez em quando ervilhas e alface devidamente lavadas. É um peixe de grupo (4 ou 5 elementos) e que se torna escondido e tímido quando isolado. Tem tendência a só aparecer na frente do aquário ao ligar da luz e perto do pôr do sol, no entanto, se estiver em grupo torna-se muito mais ativo e é possível visualizá-los durante todo o dia. Enconderijos, cavernas e sítios escuros são obrigatórios. A sua reprodução é quase impossível, embora, com a temperatura entre 29º e 30º, alimentados com tubifex e muitos alimentos vegetais, com um pouco de sorte poderá ver os rituais de cortejamento, em qual o casal nadam juntos por dois dias ou mais e depois entram numa dança de um lado para o outro do aquário, mostrando-se indiferentes aos restantes habitantes do aquário, mas é muito dificil reproduzi-los em aquários de conjunto, quanto mais que não se diferencia o macho da fêmea. Pode atingir 15 cm ou mais, dependendo do tamanho do aquário.


Esse peixe chama a atenção devido ao contraste formado pela listras verticais que possui no corpo e o avermelhado das nadadeiras, o que lhe rendeu o apelido de "Coridora de Luxo", apesar das bótias e coridoras não fazerem parte da mesma família. Ao contrário das outras bótias, a Botia macracantha demonstra-se bastante ativa quando está em grupo, o que torna imprescindível ter no mínimo três indivíduos desse peixe no aquário, caso contrário se mostra um peixe tímido e assustadiço que passa o dia escondido, talvez devido ao fato de, na natureza, o peixe ser encontrado sempre em cardumes.
Originário da Tailândia, Malásia e Java, trata-se de um peixe pacífico, que costuma atingir por volta de 15 centímetros em aquários, e 30 na natureza, por isso, o aquário para o bótia-palhaço deve ter no mínimo 200 litros, além disso, plantas e troncos criando refúgios serão muito apreciados, um pH entre 5,0 e 7,5 e a temperatura entre 24 e 30°C.1
Enquanto pequena não causa maiores danos às plantas, então pode habitar um aquário plantado sem problemas sendo até útil, pois sua boca prolongada, permite que o bótia encontre os restos de rações que se escondem entre as folhas, nos lugares de difícil acesso.
A alimentação deve ser contituída de ração em flocos, caramujos, artêmia salina, dáfnias, tubifex, etc. Apesar de ser uma predadora de caramujos, o aquarista deve ter em mente que se houver outros alimentos em abundância, ela perderá parte do interesse por eles.
Ao manusear o aquário, tome cuidado com os espinhos que se situam logo abaixo dos olhos do bótia, apesar de serem imperceptíveis a um olhar desavisado, são uma arma contra predadores e que podem ferir as mãos do aquaristas. Uma curiosidade do bótia é que ao dormir, o peixe quase deita-se ao fundo do aquário, o que pode assustar quem não conhece esse seu comportamento, passando a impressão de que o peixe está morto ou doente.
O bótia é ovíparo. Técnicas de reprodução são praticamente desconhecidas em aquários, já que não há dimorfismo sexual, além do que, acredita-se que esse peixe raramente atinja a maturidade sexual em aquários, daí o motivo da falta de sucesso na reprodução.
pH : 5,0 a 7,5 
Temperatura : 24 e 30°C  

Yellow Tang



Nome Popular: Yellow Tang
Nome Científico: Zebrasoma flavescens
Família: Tangs - cirurgião
Habitat: Índico e Pacífico
Densidade da Água: 1019 a 1020
Comportamento: solitário
pH: 8,5 ~ 9,0
Temperatura: 24 ~ 27 ºC
Dieta: herbívoros
Tamanho Máximo do Peixe: 20cm

Yellow Tang é um peixe de extrema beleza. Sua notável cor amarela exuberante atrai a atenção do aquarista marinho. Além disso, é notavelmente resistente e adora qualquer alga marinha. Principalmente as algas calcáreas. Sendo solitário, a probabilidade de ser misturado com outros peixes é grande. Ele é indispensável para um iniciante ou qualquer aquarista que queira ter beleza em seu aquário.

Yellow tang estão na família cirurgião. Peixes adultos pode crescer a 20 centímetros de comprimento, e 12 centímetros de espessura. Os machos adultos tendem a ser maiores do que as fêmeas. Yellow tang são amarelo brilhante na cor. À noite, a coloração amarela desaparece um pouco, e um proeminente remendo acastanhada desenvolve no meio com uma faixa branca horizontal. Eles rapidamente retomar a sua cor amarela brilhante durante o dia.

Em estado selvagem, amarelo tang alimentam de algas bentônicas relvado e outro material de planta marinha. Em cativeiro são comumente alimentados com carne / peixe com base aquário comida, mas os efeitos a longo prazo desta dieta são questionáveis. No entanto, a maioria dos especialistas da indústria aquário marinho expressam pouco ceticismo de que uma dieta tão bem arredondado e equilibrada, incluindo plantas e materiais de origem animal seria de qualquer forma prejudicial para os peixes principalmente herbívoros como espigas, uma vez que eles ainda precisam de vez em quando, aminoácidos e nutrientes complexos que somente os animais do oceano pode proporcionar. Em estado selvagem, amarelo Tang prestação de serviços mais limpas para as tartarugas marinhas, através da remoção de crescimento de algas de suas conchas.

É comumente encontrado em recifes rasos, no Pacífico e Índico, a oeste do Havaí e do leste do Japão. O Havaí é o local mais comum para a colheita aquário, onde até 70% das espigas amarelas para a indústria de aquário são provenientes.


Eles são semi-agressivo, embora normalmente convivem com sucesso com outros peixes semi-agressivo perto de seu próprio tamanho. Eles são mantidos com sucesso em uma infinidade de aquários de propriedade privada que mantê-los em paz e com sucesso com peixes menores, como chromis, donzelas e menor peixe-palhaço. Tangs pode prosperar com os outros em pares ou em um grupo em grandes tanques (150+ galões). Se mantidos em grupos de duas ou mais amostras, pelo menos, um "aquário comprimento 72 é fortemente recomendado. Outros tankmates adequados incluem peixes como cardinalfish, grande peixe-palhaço, peixe-leão, enguias. Eles são reef-safe, e pode ser mantido com todos os invertebrados em um aquário de corais.


Em essência, o tang amarelo é um habitante do oceano pacífico, que é uma parte importante do ecossistema de recife. Espigas amarelas são recolhidos para o lucro em águas havaianas por mergulhadores não regulamentados que os vendem para o lucro. Recentemente, um dos mergulhadores atacou um observador de mergulho que estava fotografando a sua atividade, e rasgou seu regulador de ar de sua boca. O coletor foi processado e condenado por terrorista ameaçador.


Tubarão de Cauda Vermelha ( Labeo Bicolor )



Semelhante a um tubarão, esta espécie apresenta o corpo inteiro preto. A cauda tem formato triangular e coloração vermelha, constatando com o preto do corpo. Adulto, o Tubarão de cauda vermelha mede cerca de 15cm de comprimento. Quando mantido em aquários, necessita de locais em que possa si esconder. Caso contrário, pode ser agressivo com os demais peixes, Inclusive co os da mesma espécie. 

Nome Popular: Tubarão de Cauda Vermelha
Nome Científico: Labeo Bicolor
Familia: Cyprinidae (Ciprinídeos)
Habitat: Tailândia.
Sociabilidade: Territorialista
Comportamento: Pacífico*
pH: 7,0 ~ 7,5
Temperatura: 25 a 28ºC
Dieta: Herbívoro

Tamanho Máximo do Peixe: 15 cm


De Tubarão, ele só tem nome. O Labeo bicolor, é um peixe dócil, pacífico, chega até a comer na mão do criador. Apesar de ser bastante resistente, o aquário deve estar em perfeitas condições. O contraste de cores no seu corpo é muito bonito, possui o corpo negro, nadadeiras negras e cauda vermelha.
Ele pode chegar a 15cm de comprimento.Seu corpo é ligeiramente achatado, com uma nadadeira dorsal em forma de bandeira, tem a boca voltada para baixo e dela faz bom uso: funciona como um eficiente órgão de sucção aspirando os alimentos.
Eles precisam de grandes espaços, pois são territoriais, isto é, demarcam seu território. São pacfícos em relação as outras espécies, desde que haja espaço suficiente para todos e intolerantes em relação a outro indivíduo da mesma espécie.
O aquário deve teras seguintes condições: muito espaço, troncos, rochas formando esconderijos. Esta espécie chega a viver 12 anos num aquário bem cuidado e equilibrido. A água deve ser ligeiramente ácida com pH próximo a 6.8, branda com dH 10 e temperatura entre 22 e 27 graus. A vegetação além de intensa, deve ser compátivel com a água ligeiramente ácida. Uma boa iluminação moderada.
Quanto a alimentação, o labeo bicolor é onívoro, gosta de alimentos vivos e vegetais, sendo comum vê-lo raspando as algas do aquário. Em sua dieta, devem constar artêmia salina, tubifex, alface, espinafre, pulga d’água.
Reprodução
Muitos acham difícil distinguir o macho da fêmea, mas basta olhar para forma de seu corpo, além das fêmeas serem maiores, possuem o corpo mais ovulado. A reprodução do bicolor é muito difícil em cativeiro, mas vale a pena tentar.
Coloque um casal num aquário separado, cheio de plantas, com alguns tijolos furados, eleve a temperatura para 28 graus. Assim que a fêmea depositar os ovos e o macho fecundá-los, retire-os do aquário, pois em 36 horas os ovos irão eclodir e os pais iriam comer os filhotes. Nos primeiros 45 dias os filhotes tem uma cor ligeiramente acizentada e as nadadeiras transparentes.
Eles devem ser alimentados com artêmia recém-nascida e uma ração a base de gema de ovo.

Peixe Leão ( Lionfish )



O peixe leão pertence à família Scorpaenidae, e como tal, é um peixe venenoso. Ele possui diversos espinhos nas nadadeira dorsais, capazes de injetar veneno. Felizmente, o veneno não é fatal aos seres humanos, mas pode causar desde dor e inchaço a fortes reações alérgicas, exigindo hospitalização da vítima. Por isso, todo cuidado é pouco na hora de fazer manutenções no aquário.

O veneno do peixe-leão, entregue através de um conjunto de até 18 barbatanas dorsais em forma de agulha, é puramente defensiva. Ele se baseia em camuflagem e velozes reflexos para capturar presas, principalmente peixes e camarão. A picada de um peixe-leão é extremamente doloroso para os seres humanos e pode causar náuseas e dificuldades respiratórias, mas raramente é fatal.

Peixe-leão, também chamado de peixe peru, peixe-dragão e peixe-escorpião, são nativos para os recifes e fendas rochosas do Indo-Pacífico, embora eles já encontraram o caminho para aquecer habitats oceano em todo o mundo.

O maior dos Lionfish pode crescer até cerca de 15 polegadas (0,4 metros) de comprimento, mas a média é mais próximo de 1 pé (0,3 metros).

Lionfish são populares em algumas partes do mundo, como comida, mas são muito mais valorizada no comércio do aquário. Seus números populacionais são saudáveis ​​e sua distribuição está crescendo, causando alguma preocupação nos Estados Unidos, onde alguns sentem o sucesso desta espécie não-indígenas apresenta perigos humanos e ambientais.

Dieta: Carnivore
Esperança de vida média em estado selvagem: Até 15 anos
Tamanho: 11,8-15 em (30 a 38 cm)
Peso: Até 2,6 lbs (1,2 kg)

Você sabia ?

Um peixe-leão, muitas vezes, espalhar suas nadadeiras peitorais de penas e rebanho pequeno peixe em um espaço confinado onde ele pode mais facilmente engoli-los.
Tamanho em relação a uma xícara de chá:

Lindo? Perigoso? Colorido? Venenoso? Exótico? Destruidor? Na Ásia, o peixe-leão é tudo de bom. No Caribe, ele se transformou em tudo de mau.

Na imensidão do oceano, a diversidade de espécies atrai a atenção dos mergulhadores. São sempre muitos apelos de cor e de formato. Mas uma beleza específica tem tirado o sono de pesquisadores, pois pode causar desequilíbrio na fauna local onde aparece. Este é o caso do peixe-leão (Pterois volitans). Além de ser uma espécie carnívora e venenosa, ela foi introduzida indevidamente no sul da Flórida (Estados Unidos), procriando-se feito praga no oceano Atlântico (é natural do Índico e do Pacífico). Por conta disso, agora ameaça os demais países do continente americano. E há que se dizer: o peixe-leão já foi avistado em águas brasileiras.

Fontes : Globo , Uol , Info Aquáticos.

Peixe - Imperator Angelfish (Pomacanthus imperator)



















Tamanho mínimo Tanque : 220 litros
Cuidados Nível : Moderado
Temperamento : Semi-agressivo
Condições da água : 72-78 ° F, dKH 8-12, pH 8,1-8,4, sg 1,020-1,025
Cor Form : Preto, Azul, Branco, Amarelo
Dieta : Onívoro
Origem : África, Fiji, Indonésia, Maldivas, Nova Caledônia, Sri Lanka, Vanuatu
Família : Pomacanthidae


Angelfish do imperador - também conhecido como o acará imperial ou imperator - é um membro da família Pomacanthus e é encontrado em parte centro-oeste do Oceano Pacífico, o Oceano Índico, o Mar Vermelho, Ilhas Equatorial e partes da Polinésia Francesa . Ele é atraído para os recifes de coral, e muitas vezes fica escondida em buracos, cavernas e apartamentos recife por longos períodos de tempo.

Descrição :

Angelfish imperador novos têm uma coloração azul elétrico distintivo com preto concêntrica e círculos brancos e uma cauda azul-listrado. À medida que crescem em adultos, seus círculos transformar em um padrão horizontal, e a cor do corpo se transforma em listras horizontais amarelas com uma cauda amarela. Adultos também têm uma máscara negra sobre os olhos com uma borda azul. Suas bocas são brancas com leve amarelecimento nas áreas superiores esquerdo e direito. Os adultos podem crescer a uma média de 15 polegadas.


Cuidados :

Angelfish do imperador deve ser mantido em um aquário de água salgada. Eles não são fáceis de cuidar de uma casa, e exigem que você siga alguns procedimentos. Você precisa de um tamanho mínimo de tanque de 100 litros, e um tanque de 200 litros é aconselhável uma vez que o peixe atinge o tamanho máximo. Encha o tanque com pedras e folhagens para fornecer a abundância de lugares para o peixe se esconder e pastar. Evite colocar os corais em seu tanque como o acará imperador gosta de comer este tipo de rock. Mantenha apenas um imperador angelfish em seu tanque como estão agressivamente territorial para o outro. Comprar um sistema de aquecimento e filtragem para o seu tanque para a limpeza ideal, e para manter a temperatura da água a 72 a 78 graus centígrados.

Alimentação :

Angelfish do imperador gosta de comer esponjas, parasitas, algas, plantas vasculares e tunicados - alimentadores em forma de saco. Porque alguns desses alimentos não pode ser duplicado em um ambiente familiar, alimentar o seu imperador AngelFish uma dieta de camarão, flocos premium e algas marinhas. Você também pode alimentar o seu peixe com uma fórmula especial, misturando camarão fresco, mexilhões, lulas e espinafre. Angelfish do imperador, muitas vezes, se alimentam de algas naturais criado pelas condições de seu tanque de peixes.

Doença :

Doenças comuns na angelfish imperador incluem Ick e buraco na cabeça. Ick é um parasita que se forma em uma mancha saltlike no angelfish, e, geralmente, aparece em primeiro lugar em suas barbatanas. Ick geralmente ocorre quando você coloca sua angelfish imperador em um novo tanque, e é curável com o uso de medicação que mata o parasita. Furo na cabeça é caracterizada pelo aparecimento de um pequeno orifício perto de um dos olhos de peixe seu, e é frequentemente uma consequência da água que não está bem filtrada. Ele também pode ser tratada com medicação. Para ajudar a evitar estas doenças, fale com um especialista em aquário quando você comprar o seu peixe para aprender sobre as formas adequadas de filtrado seu tanque e introduzir o seu novo peixe no tanque.
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